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Um Pouco de Cinza e Glória
Coles
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Um Pouco de Cinza e Glória in Vernon, BC
By None
Current price: $15.99

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Depois de Quartos de Final e Outras Histórias e de Caronte à Espera , estreias amplamente elogiadas pela crítica, Cláudia Andrade compõe um romance coral, no qual, partindo dos retalhos das vidas de Fredo e Cora, Balbina e Mateus, Vidal, Calisto e Muriel, se cose a imagem da nossa própria humanidade.
AUTORA VENCEDORA DO PRÉMIO SPA 2020 PARA MELHOR LIVRO DE FICÇÃO NARRATIVA
Ariel quer imitar Óscar, o seu irmão mais velho, «um verdadeiro valente» que morreu dias antes de poder finalmente provar a sua coragem na guerra, onde andam todos os homens da aldeia. Nesta sobraram apenas os inaptos para a glória: as mulheres, as crianças, os demasiado velhos ou aqueles que, em segredo, carregam dentro de si um medo entranhado. Na aldeia, entre os que ficaram, cruzam-se histórias de vingança, de amor, de dor, de luxúria, de violência e de crime, histórias que colocam frente a frente aquilo que somos sob o peso dos nossos instintos mais primitivos face à figura etérea dos nossos desejos mais recônditos.
Depois de Quartos de Final e Outras Histórias e de Caronte à Espera , estreias amplamente elogiadas pela crítica, Cláudia Andrade compõe um romance coral, no qual, partindo dos retalhos das vidas de Fredo e Cora, Balbina e Mateus, Vidal, Calisto e Muriel, se cose a imagem da nossa própria humanidade.
Críticas:
«Cláudia Andrade é verdadeiramente (caso raro) uma nova voz num panorama ficcional cada vez mais monótono e inócuo. (…) E é-o, não pelo domínio sólido, ágil da língua de Camões, manobrada de tal modo que engendra guinadas especiais, ou pela ironia com travo a fel, mas pela crueza poética, pelos lances de uma visceralidade incomum.» — Teresa Carvalho, Jornal I
«Entre a autora e as palavras há um torniquete. Nenhuma passa sem que previamente tenha lutado pelo seu lugar. Neste condicionado trânsito verbal, sem sinais de fidelidade á convenção, circulam figuras que nos prendem à retina e que nos devolvem a imagem da nossa própria humanidade» — Teresa Carvalho, Jornal i
«Uma das vozes mais singulares na literatura portuguesa mais recente.» — Público
Depois de Quartos de Final e Outras Histórias e de Caronte à Espera , estreias amplamente elogiadas pela crítica, Cláudia Andrade compõe um romance coral, no qual, partindo dos retalhos das vidas de Fredo e Cora, Balbina e Mateus, Vidal, Calisto e Muriel, se cose a imagem da nossa própria humanidade.
AUTORA VENCEDORA DO PRÉMIO SPA 2020 PARA MELHOR LIVRO DE FICÇÃO NARRATIVA
Ariel quer imitar Óscar, o seu irmão mais velho, «um verdadeiro valente» que morreu dias antes de poder finalmente provar a sua coragem na guerra, onde andam todos os homens da aldeia. Nesta sobraram apenas os inaptos para a glória: as mulheres, as crianças, os demasiado velhos ou aqueles que, em segredo, carregam dentro de si um medo entranhado. Na aldeia, entre os que ficaram, cruzam-se histórias de vingança, de amor, de dor, de luxúria, de violência e de crime, histórias que colocam frente a frente aquilo que somos sob o peso dos nossos instintos mais primitivos face à figura etérea dos nossos desejos mais recônditos.
Depois de Quartos de Final e Outras Histórias e de Caronte à Espera , estreias amplamente elogiadas pela crítica, Cláudia Andrade compõe um romance coral, no qual, partindo dos retalhos das vidas de Fredo e Cora, Balbina e Mateus, Vidal, Calisto e Muriel, se cose a imagem da nossa própria humanidade.
Críticas:
«Cláudia Andrade é verdadeiramente (caso raro) uma nova voz num panorama ficcional cada vez mais monótono e inócuo. (…) E é-o, não pelo domínio sólido, ágil da língua de Camões, manobrada de tal modo que engendra guinadas especiais, ou pela ironia com travo a fel, mas pela crueza poética, pelos lances de uma visceralidade incomum.» — Teresa Carvalho, Jornal I
«Entre a autora e as palavras há um torniquete. Nenhuma passa sem que previamente tenha lutado pelo seu lugar. Neste condicionado trânsito verbal, sem sinais de fidelidade á convenção, circulam figuras que nos prendem à retina e que nos devolvem a imagem da nossa própria humanidade» — Teresa Carvalho, Jornal i
«Uma das vozes mais singulares na literatura portuguesa mais recente.» — Público


















