
Choice Made Simple!
Too many options?Click below to purchase an online gift card that can be used at participating retailers in Village Green Shopping Centre and continue your shopping IN CENTRE!Purchase HereHome
O homem que escrevia no bar
Coles
Loading Inventory...
O homem que escrevia no bar in Vernon, BC
Current price: $9.99

Coles
O homem que escrevia no bar in Vernon, BC
Current price: $9.99
Loading Inventory...
Size: Kobo eBook
*Product information may vary - to confirm product availability, pricing, shipping and return information please contact Coles
Os primeiros minicontos de José Eduardo Degrazia foram publicados no início dos anos 1970 em jornais e revistas de Porto Alegre e São Paulo. Vinham de uma vertente do microrrelato, inicialmente uma vertente do conto e da crônica, e depois trabalhado com uma poética de construção de imagens e de sínteses. O miniconto é uma narrativa de extrema contenção, mas que nunca perde a necessidade de contar uma história, tendo personagem, ambientação e tempo. Os trabalhos de Degrazia, no gênero, abordam principalmente as relações do cotidiano, a solidão das grandes cidades, as crises pessoais e sociais. Sempre dando uma aparência de simplicidade que acaba encontrando a epifania através do insólito, do que rompe subitamente com a ordem. Neste mais novo livro de minicontos, O homem que escrevia no bar, o leitor encontra novos desdobramentos de linhas narrativas e variações sobre acontecimentos aparentemente banais que crescem diante dos conflitos. O humor e a sensibilidade levam à universalidade dos textos, que abordam a fragilidade humana e sua superação. O conto que dá título ao livro é uma história única, porém fragmentada em minicontos. Cada parte tem existência própria que se funde no todo da narrativa. Cada unidade é a personalidade que se manifesta, e o todo é a ambiência, e o tempo que passa: nada melhor para sentir isso do que analisando os tipos que povoam um bar, ainda mais se alguns deles forem escritores, que estão vivendo e descrevendo a ação.
Os primeiros minicontos de José Eduardo Degrazia foram publicados no início dos anos 1970 em jornais e revistas de Porto Alegre e São Paulo. Vinham de uma vertente do microrrelato, inicialmente uma vertente do conto e da crônica, e depois trabalhado com uma poética de construção de imagens e de sínteses. O miniconto é uma narrativa de extrema contenção, mas que nunca perde a necessidade de contar uma história, tendo personagem, ambientação e tempo. Os trabalhos de Degrazia, no gênero, abordam principalmente as relações do cotidiano, a solidão das grandes cidades, as crises pessoais e sociais. Sempre dando uma aparência de simplicidade que acaba encontrando a epifania através do insólito, do que rompe subitamente com a ordem. Neste mais novo livro de minicontos, O homem que escrevia no bar, o leitor encontra novos desdobramentos de linhas narrativas e variações sobre acontecimentos aparentemente banais que crescem diante dos conflitos. O humor e a sensibilidade levam à universalidade dos textos, que abordam a fragilidade humana e sua superação. O conto que dá título ao livro é uma história única, porém fragmentada em minicontos. Cada parte tem existência própria que se funde no todo da narrativa. Cada unidade é a personalidade que se manifesta, e o todo é a ambiência, e o tempo que passa: nada melhor para sentir isso do que analisando os tipos que povoam um bar, ainda mais se alguns deles forem escritores, que estão vivendo e descrevendo a ação.


















