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Jurisconsulto do Brasil: João Mendes de Almeida Junior e o esquecimento de sua trajetória
Coles
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Jurisconsulto do Brasil: João Mendes de Almeida Junior e o esquecimento de sua trajetória in Vernon, BC
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Current price: $62.99

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João Mendes de Almeida Junior (1856-1923) foi um dos maiores jurisconsultos da história do Brasil. Apesar de ser o nome do maior fórum da América Latina, o do Centro da Cidade de São Paulo, e de ter o nome de seu pai e mestre como praça no mesmo centro histórico onde viveu e trabalhou, nunca foi biografado. Conhecido como "João Mendes Junior" nas letras jurídicas brasileiras, é o sistematizador da teoria do indigenato, segundo a qual os povos indígenas possuem direito originário e congênito às terras por eles tradicionalmente ocupadas. Muito além disso, João Junior, como ele é chamado no livro, foi um professor estimado e diretor diligente da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco; no fim da vida, foi alçado a ministro do Supremo Tribunal Federal. Com a leitura deste livro, abrem-se chaves para a compreensão de seu esquecimento, que o autor — historiador, advogado, e genealogista de formação e indigenista da Funai, em Brasília — qualifica como silenciamento historiográfico, indicando algumas das razões pelas quais o processo se operou.
João Mendes de Almeida Junior (1856-1923) foi um dos maiores jurisconsultos da história do Brasil. Apesar de ser o nome do maior fórum da América Latina, o do Centro da Cidade de São Paulo, e de ter o nome de seu pai e mestre como praça no mesmo centro histórico onde viveu e trabalhou, nunca foi biografado. Conhecido como "João Mendes Junior" nas letras jurídicas brasileiras, é o sistematizador da teoria do indigenato, segundo a qual os povos indígenas possuem direito originário e congênito às terras por eles tradicionalmente ocupadas. Muito além disso, João Junior, como ele é chamado no livro, foi um professor estimado e diretor diligente da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco; no fim da vida, foi alçado a ministro do Supremo Tribunal Federal. Com a leitura deste livro, abrem-se chaves para a compreensão de seu esquecimento, que o autor — historiador, advogado, e genealogista de formação e indigenista da Funai, em Brasília — qualifica como silenciamento historiográfico, indicando algumas das razões pelas quais o processo se operou.


















