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Carta a um Camarada sobre Nossas Tarefas de Organização
Coles
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Carta a um Camarada sobre Nossas Tarefas de Organização in Vernon, BC
Current price: $0.99

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A Carta a um Camarada sobre Nossas Tarefas de Organização , escrita por Lênin em setembro de 1902, é um texto fundamental no marxismo , especialmente no que diz respeito à organização partidária. Dirigida a um militante do Partido Operário Social-Democrata Russo (POSDR), a carta responde a um projeto de organização do partido em São Petersburgo, mas amplia a discussão para tarefas gerais do movimento revolucionário russo. Publicada inicialmente em 1904, após circular em cópias manuscritas, a obra reflete as ideias do jornal Iskra sobre centralização, disciplina e envolvimento operário, sendo um precursor do centralismo democrático. Abaixo, apresento uma análise detalhada do texto, com base em suas ideias principais, contexto, estrutura e relevância.
Em 1902, o POSDR enfrentava divisões internas entre os iskristas (liderados por Lenin, que defendiam um partido centralizado e disciplinado) e os economistas (como os do jornal Rabotchéie Diélo), que priorizavam demandas econômicas locais e estruturas descentralizadas. A Carta surge após a publicação de Que Fazer? (1902), onde Lenin expôs a necessidade de um partido de vanguarda composto por revolucionários profissionais. O texto reflete o esforço de Lenin para corrigir problemas organizativos, como a falta de formação revolucionária, o uso excessivo de eleições internas e a desconexão dos operários das tarefas políticas.
A carta também responde às condições repressivas da Rússia czarista, onde a clandestinidade exigia estruturas ágeis e seguras. Lenin critica a fragmentação dos comitês locais e a ineficiência de modelos como a "União" de São Petersburgo, que ele via como amadora e incapaz de liderar uma revolução.
É um marco na formulação do que mais tarde seria chamado de centralismo democrático, embora o termo não apareça explicitamente no texto. Segundo J. Chasin, ela é o texto mais acessível de Lenin sobre organização partidária, oferecendo uma visão concreta de como o partido deveria funcionar, sem o "formalismo burocrático" associado ao stalinismo posterior.
A Carta a um Camarada sobre Nossas Tarefas de Organização , escrita por Lênin em setembro de 1902, é um texto fundamental no marxismo , especialmente no que diz respeito à organização partidária. Dirigida a um militante do Partido Operário Social-Democrata Russo (POSDR), a carta responde a um projeto de organização do partido em São Petersburgo, mas amplia a discussão para tarefas gerais do movimento revolucionário russo. Publicada inicialmente em 1904, após circular em cópias manuscritas, a obra reflete as ideias do jornal Iskra sobre centralização, disciplina e envolvimento operário, sendo um precursor do centralismo democrático. Abaixo, apresento uma análise detalhada do texto, com base em suas ideias principais, contexto, estrutura e relevância.
Em 1902, o POSDR enfrentava divisões internas entre os iskristas (liderados por Lenin, que defendiam um partido centralizado e disciplinado) e os economistas (como os do jornal Rabotchéie Diélo), que priorizavam demandas econômicas locais e estruturas descentralizadas. A Carta surge após a publicação de Que Fazer? (1902), onde Lenin expôs a necessidade de um partido de vanguarda composto por revolucionários profissionais. O texto reflete o esforço de Lenin para corrigir problemas organizativos, como a falta de formação revolucionária, o uso excessivo de eleições internas e a desconexão dos operários das tarefas políticas.
A carta também responde às condições repressivas da Rússia czarista, onde a clandestinidade exigia estruturas ágeis e seguras. Lenin critica a fragmentação dos comitês locais e a ineficiência de modelos como a "União" de São Petersburgo, que ele via como amadora e incapaz de liderar uma revolução.
É um marco na formulação do que mais tarde seria chamado de centralismo democrático, embora o termo não apareça explicitamente no texto. Segundo J. Chasin, ela é o texto mais acessível de Lenin sobre organização partidária, oferecendo uma visão concreta de como o partido deveria funcionar, sem o "formalismo burocrático" associado ao stalinismo posterior.


















