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Coles Amando a Negritude em Zenzele: História, Epístola, Metalinguagem e Diálogos de saberes at Village Green Shopping Centre in Vernon, BC
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Esse livro é uma homenagem a todas as mulheres Negras, em especial, a Nozipo Maraire, escritora do romance "Zenzele – uma carta para minha filha", cuja leitura engrandece o ser feminino e enriquece a humanidade de saberes. Zenzele vem para reafirmar e reassegurar a identidade dos povos africanos, em especial do Zimbábue. A personagem Shiri diz ser privilégio de mulher idosa partilhar a própria sabedoria. Esse privilégio de partilhar o saber garante não somente uma experiência positiva da Negritude como também o desenraizamento da cultura da branquitude que tem feito com que abandonemos nossas origens em alguma aldeia esquecida. Além disso, o romance nos coloca diante dos desafios do mundo enquanto pessoas negras e indígenas, pois, à medida que "absorvemos molduras múltiplas de realidade", nos vemos diante da difícil tomada de decisão entre: sucumbir ao "complexo de Byron" ou resistir bravamente e nos impormos, fazendo o outro respeitar nossa cultura, nossa história, nossa ancestralidade. Sucumbir jamais! Então, precisamos ser Ponte como Zenzele, como Shiri, como Tinawo, como Linda. Precisamos ser ponte para transmitir e perenizar o saber ancestral, a cultura passada não somente pelo corpo, mas sobretudo pela mente para ligarmos gerações. Devemos ser pontes sobre rios que cruzam diálogos entre margens de livros de saberes entre o que foi, o que é e o que virá.
Esse livro é uma homenagem a todas as mulheres Negras, em especial, a Nozipo Maraire, escritora do romance "Zenzele – uma carta para minha filha", cuja leitura engrandece o ser feminino e enriquece a humanidade de saberes. Zenzele vem para reafirmar e reassegurar a identidade dos povos africanos, em especial do Zimbábue. A personagem Shiri diz ser privilégio de mulher idosa partilhar a própria sabedoria. Esse privilégio de partilhar o saber garante não somente uma experiência positiva da Negritude como também o desenraizamento da cultura da branquitude que tem feito com que abandonemos nossas origens em alguma aldeia esquecida. Além disso, o romance nos coloca diante dos desafios do mundo enquanto pessoas negras e indígenas, pois, à medida que "absorvemos molduras múltiplas de realidade", nos vemos diante da difícil tomada de decisão entre: sucumbir ao "complexo de Byron" ou resistir bravamente e nos impormos, fazendo o outro respeitar nossa cultura, nossa história, nossa ancestralidade. Sucumbir jamais! Então, precisamos ser Ponte como Zenzele, como Shiri, como Tinawo, como Linda. Precisamos ser ponte para transmitir e perenizar o saber ancestral, a cultura passada não somente pelo corpo, mas sobretudo pela mente para ligarmos gerações. Devemos ser pontes sobre rios que cruzam diálogos entre margens de livros de saberes entre o que foi, o que é e o que virá.
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