Village Green Shopping Centre | Vernon's Premier Shopping Destination
Choice Made Simple!
Too many options?Click below to purchase an online gift card that can be used at participating retailers in Village Green Shopping Centre and continue your shopping IN CENTRE!Purchase Here
Coles Ajeum mi'u: confluências negras e indígenas em torno da alimentação no Brasil at Village Green Shopping Centre in Vernon, BC
*Product information may vary - to confirm product availability, pricing, shipping and return information please contact Coles
Quando dizemos ajeum , em iorubá, ou mi'u , no idioma sateré-mawé, não estamos apenas falando de comida; estamos demarcando territórios de conhecimento a partir de nossas línguas, e isso é um gesto de contracolonização. Por meio dessas palavras, o alimento não se restringe ao prato; envolve território, corpo e espírito; é encontro, partilha, cuidado e ancestralidade. Assim afirmamos nossa maneira de existir, sentir e alimentar, recusando a lógica que busca nos limitar e insistindo que a comida é, antes de tudo, vida em movimento. […] No âmbito dos sistemas alimentares, nos orientamos pelos ensinamentos das nossas mestras e nossos mestres, e tomamos a roça e o terreiro como experiências concretas capazes de demonstrar modos de produzir e compartilhar processos alimentares ancestrais. Escolhemos a roça e o terreiro — e não os sistemas agroflorestais, por exemplo — porque no encontro com os nossos e as nossas não seria necessário apresentar-lhes uma definição ou tecer explicações conceituais a respeito de espaços que já fazem parte do seu cotidiano. Roça e terreiro, em nossas comunidades, são lugares de produção de alimento e cuidado, de encontros para a partilha da vida, de conexões com a espiritualidade e de articulações para as lutas. São tecnologias ancestrais que se situam em processos históricos e dinâmicos no tempo — não são técnicas atrasadas, retrógradas, como alguns insistem em rotular.
Quando dizemos ajeum , em iorubá, ou mi'u , no idioma sateré-mawé, não estamos apenas falando de comida; estamos demarcando territórios de conhecimento a partir de nossas línguas, e isso é um gesto de contracolonização. Por meio dessas palavras, o alimento não se restringe ao prato; envolve território, corpo e espírito; é encontro, partilha, cuidado e ancestralidade. Assim afirmamos nossa maneira de existir, sentir e alimentar, recusando a lógica que busca nos limitar e insistindo que a comida é, antes de tudo, vida em movimento. […] No âmbito dos sistemas alimentares, nos orientamos pelos ensinamentos das nossas mestras e nossos mestres, e tomamos a roça e o terreiro como experiências concretas capazes de demonstrar modos de produzir e compartilhar processos alimentares ancestrais. Escolhemos a roça e o terreiro — e não os sistemas agroflorestais, por exemplo — porque no encontro com os nossos e as nossas não seria necessário apresentar-lhes uma definição ou tecer explicações conceituais a respeito de espaços que já fazem parte do seu cotidiano. Roça e terreiro, em nossas comunidades, são lugares de produção de alimento e cuidado, de encontros para a partilha da vida, de conexões com a espiritualidade e de articulações para as lutas. São tecnologias ancestrais que se situam em processos históricos e dinâmicos no tempo — não são técnicas atrasadas, retrógradas, como alguns insistem em rotular.
Find everything in-store including new, used and children’s books, music, movies, games and toys. Visit Coles today to find the perfect gift, or a novel for yourself. COVID-19 UPDATE: Open | Regular Centre Hours