
Choice Made Simple!
Too many options?Click below to purchase an online gift card that can be used at participating retailers in Village Green Shopping Centre and continue your shopping IN CENTRE!Purchase HereHome
A Paz Chegará à Palestina com a Liberdade
Coles
Loading Inventory...
A Paz Chegará à Palestina com a Liberdade in Vernon, BC
By None
Current price: $1.61

Coles
A Paz Chegará à Palestina com a Liberdade in Vernon, BC
By None
Current price: $1.61
Loading Inventory...
Size: Kobo eBook
*Product information may vary - to confirm product availability, pricing, shipping and return information please contact Coles
No imediato rescaldo do ataque perpetrado pelo Hamas em 7.10.223, o historiador Ilan Pappe contextualiza os acontecimentos que durante semanas o antecederam, o movimento de protesto contra o projeto governamental de reconfiguração do sistema judicial de Israel. Nestes protestos a discussão sobre a Ocupação dos Territórios Palestinos – Faixa de Gaza e Cisjordânia – era tema considerado como resolvido ou, com efeito, proscrito. Qualquer tentativa para se falar da Palestina ou da violência continuada sobre os palestinos era sumariamente silenciada. O único problema era a reforma judicial, num país dividido entre duas concepções de apartheid: uma secular, à maneira das democracias ocidentais; a outra messiânica, religiosa e autocrática - de ambas, estando definitivamente excluídos os palestinos.
Contra esta percepção comum em Israel, o autor vem contestar décadas de propaganda, de narrativas e falsidades, a partir das quais se tem de-historicizado e descontextualizado a causa palestina e a sua luta anti-colonialista. A sua crítica incide, em primeiro lugar, sobre a natureza ideológica e racista do movimento sionista, que está na génese do Estado de Israel. Neste sentido, procura distinguir a natureza dos legítimos movimentos de auto-determinação e libertação nacional de qualquer genealogia etnoracial, a partir da qual se mobiliza o programa colonialista de aparthied, de ocupação e eliminação-expulsão dos autóctones. Em segundo lugar, procura sublinhar a longa duração da história palestina que fundamenta a sua legítima luta pelo direito a viver independente, democrática e livre no seu território. Quando estas condições sejam cumpridas a Palestina viverá em paz.
No imediato rescaldo do ataque perpetrado pelo Hamas em 7.10.223, o historiador Ilan Pappe contextualiza os acontecimentos que durante semanas o antecederam, o movimento de protesto contra o projeto governamental de reconfiguração do sistema judicial de Israel. Nestes protestos a discussão sobre a Ocupação dos Territórios Palestinos – Faixa de Gaza e Cisjordânia – era tema considerado como resolvido ou, com efeito, proscrito. Qualquer tentativa para se falar da Palestina ou da violência continuada sobre os palestinos era sumariamente silenciada. O único problema era a reforma judicial, num país dividido entre duas concepções de apartheid: uma secular, à maneira das democracias ocidentais; a outra messiânica, religiosa e autocrática - de ambas, estando definitivamente excluídos os palestinos.
Contra esta percepção comum em Israel, o autor vem contestar décadas de propaganda, de narrativas e falsidades, a partir das quais se tem de-historicizado e descontextualizado a causa palestina e a sua luta anti-colonialista. A sua crítica incide, em primeiro lugar, sobre a natureza ideológica e racista do movimento sionista, que está na génese do Estado de Israel. Neste sentido, procura distinguir a natureza dos legítimos movimentos de auto-determinação e libertação nacional de qualquer genealogia etnoracial, a partir da qual se mobiliza o programa colonialista de aparthied, de ocupação e eliminação-expulsão dos autóctones. Em segundo lugar, procura sublinhar a longa duração da história palestina que fundamenta a sua legítima luta pelo direito a viver independente, democrática e livre no seu território. Quando estas condições sejam cumpridas a Palestina viverá em paz.


















