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A Lei do Inverno
Coles
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A Lei do Inverno in Vernon, BC
By None
Current price: $16.65

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A Lei do Inverno é um convite a reconhecer a beleza dos laços intangíveis, a aceitar o ciclo da perda e a escutar o murmúrio daqueles que nos guiam, mesmo quando já partiram. No silêncio suspenso do inverno, quando as cerejeiras se despem e a casa se enche de suaves ecos, uma jovem vela o avô. Em profunda solidão, discorre entre a memória e a imaginação, descobrindo que as presenças mais profundas são, por vezes, feitas de ausência. Respira, mas o ar escapa-lhe da boca. O meu avô é um moribundo. Olho-o fixamente para o memorizar, porque sei que amanhã ou depois de amanhã ele já não estará aqui. E é por isso que lhe tiro fotografias com os olhos. Como quando era pequena e retratava com as pálpebras as pessoas que sabia que nunca mais veria. E essa era a única coisa que me tranquilizava, porque, se as mantivesse dentro de mim, significava que, sempre que quisesse, podia fazer com que voltassem a existir. «UMA OBRA DOTADA DE UM LIRISMO EXTRAORDINÁRIO.» LA VANGUARDIA Gemma Ventura Farré tece uma ode delicada ao invisível — aquilo que não se vê, mas que permanece: as vozes que nos sussurram ao ouvido, o amor que resiste ao tempo, a saudade que ilumina os dias e a forma como superamos cada ausência. Num registo íntimo e mágico, esta é uma história destinada a tocar quem a lê. Celebra a delicadeza, a força do coração e o poder da imaginação, e recorda-nos de que, para renascer, é necessário, antes de mais, deixar ir.
A Lei do Inverno é um convite a reconhecer a beleza dos laços intangíveis, a aceitar o ciclo da perda e a escutar o murmúrio daqueles que nos guiam, mesmo quando já partiram. No silêncio suspenso do inverno, quando as cerejeiras se despem e a casa se enche de suaves ecos, uma jovem vela o avô. Em profunda solidão, discorre entre a memória e a imaginação, descobrindo que as presenças mais profundas são, por vezes, feitas de ausência. Respira, mas o ar escapa-lhe da boca. O meu avô é um moribundo. Olho-o fixamente para o memorizar, porque sei que amanhã ou depois de amanhã ele já não estará aqui. E é por isso que lhe tiro fotografias com os olhos. Como quando era pequena e retratava com as pálpebras as pessoas que sabia que nunca mais veria. E essa era a única coisa que me tranquilizava, porque, se as mantivesse dentro de mim, significava que, sempre que quisesse, podia fazer com que voltassem a existir. «UMA OBRA DOTADA DE UM LIRISMO EXTRAORDINÁRIO.» LA VANGUARDIA Gemma Ventura Farré tece uma ode delicada ao invisível — aquilo que não se vê, mas que permanece: as vozes que nos sussurram ao ouvido, o amor que resiste ao tempo, a saudade que ilumina os dias e a forma como superamos cada ausência. Num registo íntimo e mágico, esta é uma história destinada a tocar quem a lê. Celebra a delicadeza, a força do coração e o poder da imaginação, e recorda-nos de que, para renascer, é necessário, antes de mais, deixar ir.


















