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A ciência encantada de Jurema: como uma raiz da caatinga uniu indígenas e africanos na resistência anticolonial e hoje inspira pesquisas psicodélicas
Coles
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A ciência encantada de Jurema: como uma raiz da caatinga uniu indígenas e africanos na resistência anticolonial e hoje inspira pesquisas psicodélicas in Vernon, BC
By None
Current price: $18.99

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Neste livro, o jornalista Marcelo Leite volta a investigar o poder dos psicodélicos. Autor de Psiconautas: viagens com a ciência psicodélica brasileira (Fósforo, 2021), ele agora envereda pelos mistérios da jurema-preta, planta do semiárido nordestino que há séculos é utilizada por populações negras e indígenas para curar os males da alma e do corpo. Elemento central da religião Jurema Sagrada — antes conhecida como Catimbó — e do culto à entidade Cabocla Jurema, essa planta se encontra no cerne dos estudos científicos mais recentes sobre o uso da substância N,N-dimetiltriptamina (dmt), composto psicodélico encontrado também na ayahuasca. Em razão de seus efeitos, a jurema-preta é vista hoje por pesquisadores como um promissor aliado no tratamento da depressão. Em seu percurso pelo interior do país para "escrever esta obra superimportante, Marcelo Leite nos presenteia com duas experiências maravilhosas: a primeira é essa geografia física do bioma da caatinga, e a segunda, a geografia humana, mostrando o contexto histórico, a fundamentação antropológica e, sobretudo, a nossa gente, com seu protagonismo cultural", diz a antropóloga e professora Elisa Pankararu no prefácio do livro. Pioneiro na divulgação do tema, Leite mescla ciência, história e antropologia e nos conduz por uma jornada inesquecível, que vai do seu próprio uso de dmt como voluntário em estudos científicos até a ingestão do vinho da jurema em rituais religiosos, passando por Alhandra (pb) — a Meca da Jurema Sagrada —, e outros centros juremeiros do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco e de São Paulo. O resultado é um retrato inédito e completo, que atesta a importância da jurema-preta na representação do Brasil, com seu sincretismo religioso, sua fé na natureza e seus avanços científicos.
Neste livro, o jornalista Marcelo Leite volta a investigar o poder dos psicodélicos. Autor de Psiconautas: viagens com a ciência psicodélica brasileira (Fósforo, 2021), ele agora envereda pelos mistérios da jurema-preta, planta do semiárido nordestino que há séculos é utilizada por populações negras e indígenas para curar os males da alma e do corpo. Elemento central da religião Jurema Sagrada — antes conhecida como Catimbó — e do culto à entidade Cabocla Jurema, essa planta se encontra no cerne dos estudos científicos mais recentes sobre o uso da substância N,N-dimetiltriptamina (dmt), composto psicodélico encontrado também na ayahuasca. Em razão de seus efeitos, a jurema-preta é vista hoje por pesquisadores como um promissor aliado no tratamento da depressão. Em seu percurso pelo interior do país para "escrever esta obra superimportante, Marcelo Leite nos presenteia com duas experiências maravilhosas: a primeira é essa geografia física do bioma da caatinga, e a segunda, a geografia humana, mostrando o contexto histórico, a fundamentação antropológica e, sobretudo, a nossa gente, com seu protagonismo cultural", diz a antropóloga e professora Elisa Pankararu no prefácio do livro. Pioneiro na divulgação do tema, Leite mescla ciência, história e antropologia e nos conduz por uma jornada inesquecível, que vai do seu próprio uso de dmt como voluntário em estudos científicos até a ingestão do vinho da jurema em rituais religiosos, passando por Alhandra (pb) — a Meca da Jurema Sagrada —, e outros centros juremeiros do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco e de São Paulo. O resultado é um retrato inédito e completo, que atesta a importância da jurema-preta na representação do Brasil, com seu sincretismo religioso, sua fé na natureza e seus avanços científicos.


















