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A Bíblia ao Serviço do Sionismo: «Não acreditamos em Deus, no entanto Ele prometeu-nos a Palestina»

A Bíblia ao Serviço do Sionismo: «Não acreditamos em Deus, no entanto Ele prometeu-nos a Palestina» in Vernon, BC

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Neste ensaio, o historiador Ilan Pappé analisa o paradoxo que está na origem do sionismo, fundado por judeus seculares mas que usaram a Bíblia para justificar e legitimar pretensões coloniais: «não acreditamos em Deus, e no entanto, Ele prometeu-nos a Palestina», título de um famoso ensaio de Amon Raz-Krakotzkin. Os primeiros sionistas seculares citaram frequentemente a Bíblia para demonstrar que havia um imperativo divino na colonização da Palestina e com vista à redenção da Eretz Israel, a Terra de Israel. Mas Pappé argumenta que a Bíblia não é, na verdade, um texto muito útil à reinvenção de uma nação judaica: o pai da nação, Abraão, não era da Palestina, os hebreus tornaram-se uma nação no Egito e os Dez Mandamentos foram-lhes comunicados em Sinai, no Egito. Inicialmente o sionismo foi rejeitado por muitos judeus religiosos e pela maioria dos judeus ortodoxos, para quem a ideia de um «regresso» dos judeus à Terra de Israel antes do regresso do Messias era inconcebível. No entanto, com a intensificação da perseguição dos judeus na Europa, a ideia de criar um estado judaico foi ganhando adeptos. Nesta sequência, houve judeus religiosos que viriam a considerar que o exílio, do Egito como os demais do período bíblico associados ao comportamento contrários à vontade de Deus, chegava ao fim com o advento do sionismo na Palestina. Pappé expõe como o ponto de convergência entre sionistas seculares e religiosos quanto à centralidade da Bíblia, não é enquanto texto religioso, mas antes como um documento que afirma o direito histórico dos judeus à propriedade sobre a terra. A exploração sionista da Bíblia como verdade científica ou enquanto justificação moral para a colonização da Palestina contribuiu para recrutar apoios não só de comunidades judaicas, mas também de poderosos sectores do mundo cristão ocidental. Apesar do nacionalismo religioso ter tido um papel reduzido no estabelecimento do Estado de Israel, Pappé analisa como este movimento cresce a partir do final da década de 1960. Para os judeus nacionalistas ultraortodoxos, a colonização de grandes áreas da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, tornada possível através da ocupação dos territórios palestinos em 1967, foi interpretada como uma reapropriação em nome de Deus e da Bíblia. Assim, os textos bíblicos tornaram-se na pedra angular da interpretação sionista da espoliação da Palestina, e da exclusão e desapossamento dos palestinos.
Neste ensaio, o historiador Ilan Pappé analisa o paradoxo que está na origem do sionismo, fundado por judeus seculares mas que usaram a Bíblia para justificar e legitimar pretensões coloniais: «não acreditamos em Deus, e no entanto, Ele prometeu-nos a Palestina», título de um famoso ensaio de Amon Raz-Krakotzkin. Os primeiros sionistas seculares citaram frequentemente a Bíblia para demonstrar que havia um imperativo divino na colonização da Palestina e com vista à redenção da Eretz Israel, a Terra de Israel. Mas Pappé argumenta que a Bíblia não é, na verdade, um texto muito útil à reinvenção de uma nação judaica: o pai da nação, Abraão, não era da Palestina, os hebreus tornaram-se uma nação no Egito e os Dez Mandamentos foram-lhes comunicados em Sinai, no Egito. Inicialmente o sionismo foi rejeitado por muitos judeus religiosos e pela maioria dos judeus ortodoxos, para quem a ideia de um «regresso» dos judeus à Terra de Israel antes do regresso do Messias era inconcebível. No entanto, com a intensificação da perseguição dos judeus na Europa, a ideia de criar um estado judaico foi ganhando adeptos. Nesta sequência, houve judeus religiosos que viriam a considerar que o exílio, do Egito como os demais do período bíblico associados ao comportamento contrários à vontade de Deus, chegava ao fim com o advento do sionismo na Palestina. Pappé expõe como o ponto de convergência entre sionistas seculares e religiosos quanto à centralidade da Bíblia, não é enquanto texto religioso, mas antes como um documento que afirma o direito histórico dos judeus à propriedade sobre a terra. A exploração sionista da Bíblia como verdade científica ou enquanto justificação moral para a colonização da Palestina contribuiu para recrutar apoios não só de comunidades judaicas, mas também de poderosos sectores do mundo cristão ocidental. Apesar do nacionalismo religioso ter tido um papel reduzido no estabelecimento do Estado de Israel, Pappé analisa como este movimento cresce a partir do final da década de 1960. Para os judeus nacionalistas ultraortodoxos, a colonização de grandes áreas da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, tornada possível através da ocupação dos territórios palestinos em 1967, foi interpretada como uma reapropriação em nome de Deus e da Bíblia. Assim, os textos bíblicos tornaram-se na pedra angular da interpretação sionista da espoliação da Palestina, e da exclusão e desapossamento dos palestinos.

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