
Choice Made Simple!
Too many options?Click below to purchase an online gift card that can be used at participating retailers in Village Green Shopping Centre and continue your shopping IN CENTRE!Purchase HereHome
A água veio do Sol, disse o breu
Coles
Loading Inventory...
A água veio do Sol, disse o breu in Vernon, BC
By None
Current price: $13.99

Coles
A água veio do Sol, disse o breu in Vernon, BC
By None
Current price: $13.99
Loading Inventory...
Size: Kobo eBook
*Product information may vary - to confirm product availability, pricing, shipping and return information please contact Coles
O mundo, quando visto por Marcelo Ariel, é uma fonte interminável de espanto. Quem acompanha a intensa e multifacetada obra de poeta, ensaísta e teatrólogo — na verdade, de pensador-escrevedor sem fronteiras — já sabe que todas as suas linhas são capazes de deslocar nosso olhar para abismos, à nossa volta e dentro de nós mesmos. As paisagens que já vimos, os livros que lemos, as palavras que usamos se transformam completamente quando embarcamos com o poeta em uma viagem livre pelos sentidos de tudo. Em A água veio do Sol, disse o breu, Ariel convoca poetas e xamãs, mortos e feras, rios e céus, deuses e loucos. Seus poemas são sempre diálogos, ou melhor, começam como um diálogo entre o poeta e outras vozes que ele nos apresenta, mas, de repente, enquanto passamos de um verso a outro, ele desaparece e o diálogo se torna nosso, entre nós, leitores, e essas vozes que vêm de um mundo sem margens, em que pássaros voam dentro da mente, os mares têm ondas secretas e os espelhos cantam. Nesse mundo, conversamos com Michael Jackson e Ailton Krenak, Óssip Mandelstam e Virginia Woolf, Cartola e Dona Ivone Lara, e não importam os escaninhos em que guardamos suas palavras, porque "é impossível empalhar o voo do pássaro". O que importa é abrir os olhos, os ouvidos, a mente e o peito para que a vida cante aqui dentro. Ariel é um guia, que rasga os mapas que trouxemos até a porta de seu livro e anuncia: venha aqui, perca-se, encontre-se. Na antessala de cada poema, ele nos mostra que não estamos enxergando bem e, ato contínuo, acende a luz.
O mundo, quando visto por Marcelo Ariel, é uma fonte interminável de espanto. Quem acompanha a intensa e multifacetada obra de poeta, ensaísta e teatrólogo — na verdade, de pensador-escrevedor sem fronteiras — já sabe que todas as suas linhas são capazes de deslocar nosso olhar para abismos, à nossa volta e dentro de nós mesmos. As paisagens que já vimos, os livros que lemos, as palavras que usamos se transformam completamente quando embarcamos com o poeta em uma viagem livre pelos sentidos de tudo. Em A água veio do Sol, disse o breu, Ariel convoca poetas e xamãs, mortos e feras, rios e céus, deuses e loucos. Seus poemas são sempre diálogos, ou melhor, começam como um diálogo entre o poeta e outras vozes que ele nos apresenta, mas, de repente, enquanto passamos de um verso a outro, ele desaparece e o diálogo se torna nosso, entre nós, leitores, e essas vozes que vêm de um mundo sem margens, em que pássaros voam dentro da mente, os mares têm ondas secretas e os espelhos cantam. Nesse mundo, conversamos com Michael Jackson e Ailton Krenak, Óssip Mandelstam e Virginia Woolf, Cartola e Dona Ivone Lara, e não importam os escaninhos em que guardamos suas palavras, porque "é impossível empalhar o voo do pássaro". O que importa é abrir os olhos, os ouvidos, a mente e o peito para que a vida cante aqui dentro. Ariel é um guia, que rasga os mapas que trouxemos até a porta de seu livro e anuncia: venha aqui, perca-se, encontre-se. Na antessala de cada poema, ele nos mostra que não estamos enxergando bem e, ato contínuo, acende a luz.


















